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| António Carvalheira |
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| BA9 1965 |
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| No hangar do AB3-Negage |
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| Nambuangongo, 5/4/1962 Acidente Auster do Aero Clube de Angola ao serviço da FAV |
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| 1975 restos de Auster da FAV |
Autorizado por seu filho Francisco Noriega Carvalheira
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| António Carvalheira |
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| BA9 1965 |
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| No hangar do AB3-Negage |
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| Nambuangongo, 5/4/1962 Acidente Auster do Aero Clube de Angola ao serviço da FAV |
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| 1975 restos de Auster da FAV |
Regressados do “Curso de Espanha” em Julho de 1955, os paraquedistas portugueses, apresentados à Nação em Lisboa logo em Agosto, com grande brilho perante toda a alta hierarquia do Estado, convidados estrangeiros e o público em geral, iam agora ser postos à prova como paraquedistas.
O processo de compra dos primeiros 60 paraquedas foi célere e em 18 de Outubro de 1955, na pista da Base Aérea n.º 3, realizou-se o primeiro salto em paraquedas das Tropas Paraquedistas Portuguesas em território nacional.
Primeiros paraquedas
| Paraquedista português no "Curso de Espanha" em Alcantarilla. |
- ataque de uma formação de "comandos" ao Q.G da Divisão
- idem aos órgãos de serviços.
- de aviões
- de paraquedas...»
Logo em 6 de Agosto de 1955 o General Costa Macedo, Chefe do Estado-Maior das Forças Aéreas informa que «…em 15 de Setembro estarão concentrados na B.A. 3 os 5 aviões JU-52 adaptados a transporte de paraquedistas. Dado o estado precário de reabastecimento em sobressalentes, deste tipo de material, só será possível contar com 50% de aviões prontos para voo, em períodos de emprego intensivo. Será, no entanto, possível, por um período curto, contar com a totalidade dos aviões, salvo o caso de ocorrer qualquer imprevisto. Quanto à técnica de lançamento por parte dos pilotos, considera-se ser possível prepará-los até à data prevista…»
| Tancos, Outubro de 1955. Da direita, Martins Videira, George Haas, Albuquerque de Freitas e Edgar Cardoso (Comandante da BA 3) |
| O capitão paraquedista americano, George Haas, explica aos paraquedistas portugueses o modo como deveriam utilizar o T-10. À esquerda Martins Videira e Albuquerque Freitas. |
| Na placa da BA 3 prestes a embarcar nos JU-52 para um dos primeiros saltos em Portugal. |
Batalhão de Caçadores Paraquedistas
18 de Outubro de 1955
Resposta de Martins Videira (10MAI1979):
«…É verdade que em 18 de Outubro de 1955 houve uma sessão de saltos na BA 3, para experimentar os pára-quedas T.10.Concluindo
| 06FEV1956. Depois do primeiro "Salto em Massa" como então se designou, na Quinta dos Álamos (Golegã). |
Bibliografia
GRÃO, Luís António Martinho, HISTÓRIA DAS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS PORTUGUESAS, BCP (1955-61), Tancos, 1994
MACHADO, Miguel Silva e CARMO, António Sucena do, TROPAS PÁRA-QUEDISTAS PORTUGUESAS, 1956-1991, 35.º Aniversário, 1.ª Edição 1991. Edição da revista “Boina Verde”. Corpo de Tropas Pára-quedistas, Lisboa, 1991
MACHADO, Miguel Silva e CARMO, António Sucena do, TROPAS PÁRA-QUEDISTAS PORTUGUESAS, 1956-1993, 2.ª Edição 1992. Edição dos autores. Lisboa, 1992
MACHADO, Miguel Silva e CARMO, António Sucena do, TROPAS PÁRA-QUEDISTAS, A HISTÓRIA DOS BOINAS VERDES PORTUGUESES, 1955-2003, Prefácio Edição de Livros e Revistas Lda., Lisboa, 2003
Agradecimentos:
Arquivo da Defesa Nacional
Arquivo Geral do Exército
Arquivo Histórico da Força Aérea
Arquivo Histórico Militar
Luís Proença
Por especial deferência de Miguel Silva Machado do Blog OPERACIONAL
José Carlos Pinto Strecht Ribeiro- Pil. |
Fiz a formação de especialidade para OPC, (após completar a 1ª. recruta de 1970) sigla que veio substituir e aglutinar todas as designações de operadores anteriormente formadas.
Além do contacto com o código Morse, primeiro impresso numa folha de papel, para o podermos memorizar, e só depois emitido e recebido, principal obstáculo que eliminava a maioria dos formandos, tínhamos que aprender a escrever à máquina com todos os dedos, em teclado Qwert (com as letras tapadas para impedir que víssemos a sua localização) que tinha que ser memorizada, através de uma folha de papel com o teclado impresso. Efetuei o exame final a receber 200 carateres por minuto com aproveitamento, e fui dado como apto para iniciar a carreira militar, mas a falta de pessoal era tão evidente, que fiz a formação em cifra quando ainda era soldado aluno e fui colocado na BA3 Tancos.
De todos códigos com que operei: o Código Morse, foi o veículo dentro do qual foram sendo usados outros códigos com mais ou menos classificação como os Códigos Z, ou X, destinados também ao Teletipo. Inventado e implementado por Samuel Morse em 1835, o telégrafo utilizava o Código Morse como meio rápido e seguro de transmissão de mensagens, e com a utilização deste, surgiu a necessidade de criação de códigos para transmissão de conteúdos técnicos, sigilosos ou mesmo confidenciais, ou de natureza militar.
O Código Q, criado em 1909 pelo Governo Britânico, como uma lista de abreviaturas constituídas por grupos de 3 letras, sendo que a primeira era sempre um Q, (possivelmente uma referência á Rainha), Inicialmente um total de 45 códigos de 3 letras compunham a lista para rádio, preparadas para o uso em navios Ingleses, facilitando a comunicação entre operadores marítimos civis ou militares mesmo que falassem línguas diferentes, sendo posteriormente usados pela generalidade dos Países e organizações militares como a NATO.
Os Códigos entre:
QAR - QNZ, reservados para uso Aeronáutico.
QOA - QOZ, para uso Marítimo.
QRA - QUZ, para todos os serviços, (Terrestre, Aéreo e Marítimo, ou entre todos eles)
Sem ser exaustivo… alguns dos códigos ainda em uso no leste de Angola entre Setembro de 1971 e Dezembro de 1973…
QAM - Escute-me em … KHZ
QAP - Qual a sua condição Meteo?
QRA - Qual a identificação da sua estação?
QRD - Qual o seu destino?
QRE - Hora prevista de aterragem (ETA)?
QRH - A minha frequência varia?
QRI - Qual a tonalidade da minha estação?
1- Boa 2- Variável 3- ruim.
QRJ - Qual o número de mensagens a transmitir ?
QRK - Qual a claridez do meu sinal?
1- Ruim 2- Pobre 3- Razoável 4- Boa 5- Excelente.
QRL - Estou ocupado!
QRN - Está sendo perturbado por estática?
1- Não 2- Ligeiramente 3- Moderadamente 4- Severamente 5- Extremamente.
QRO- Devo aumentar a potência do emissor?
QRP- Devo diminuir a potência do emissão?
QRQ- Devo transmitir mais depressa?
QRR- Estou pronto para receber Serviço!
QRS- Devo transmitir mais devagar?
QRT- Pare transmissão!
QRU- Tem serviço para mim?
QRV- Estou preparado transmita!
QRW- Devo avisar …. que você o está chamando em …KHZ ou MHZ?
QRX- Chamo novamente ás x Horas em … KHZ, ou … MHZ!
QRY- Qual o meu número de ordem de vez de transmissão?
QRZ- Que estação me está chamando?
QSA- Qual a intensidade o meu sinal?
1- Apenas percetível 2- Fraca 3- Satisfatória 4- Boa 5-Ótima.
QSB- A intensidade do meu sinal varia?
QSD- A minha manipulação é defeituosa?
QSF- Realizei o salvamento e estou regressando á base com… pessoas feridas necessitando ambulância!
QSG- Devo transmitir …. mensagens de uma vez?
QSH- Você é capaz de retomar usando seu equipamento radiogoniométrico?
QSL- Recebido!
QSI- Não consegui interromper … (indicativo de chamada)
QSK- Posso ouvi-lo entre meus sinais: pode interromper a minha transmissão!
QTA- Cancele a mensagem Número …!
QTH- Qual a sua localização? Latitude --- Longitude?
QTI- Qual o seu rumo verdadeiro?
QTJ-Qual a sua velocidade? Navio, Aeronave?
QTM- Qual o seu rumo Magnético?
QTR- Qual a hora certa?
QTS- Quer transmitir o seu indicativo de chamada para sintonizar ou para que sua frequência possa ser medida agora (ou às… horas em… KHZ (ou MHZ)
QTU- Qual o horário de funcionamento da sua estação?
QTV- Escute-me em KHZ/ MHZ ás … Horas!
QTW- Como se encontram os sobreviventes?
QTX- Vou manter a minha estação aberta para nova comunicação sua até que me avise (ou até às …. horas)
QTY- Você está seguindo para o lugar do acidente? caso afirmativo qual o ETA?
QTZ- Vou Continuar Buscas
QUA- Tem notícias de… (indicativo de chamada)
QUB- Pode dar-me indicações sobre a visibilidade velocidade e direção do vento vento e nuvens à superfície da sua estação?
QUC- Qual o número da última mensagem que recebeu de mim ou de… (indicativo de chamada)
QUD- Recebeu o sinal de urgência transmitido por ……?
QUI- Suas luzes de navegação estão acesas?
QUJ- Quer Indicar o rumo verdadeiro para chegar a você (ou …..)?
QUP- Quer indicar a sua posição por meio de: 1- Reflectores 2- Rasto de fumaça 3- Sinais pirotécnicos?
QUS- Você avistou sobreviventes ou destroços, em caso afirmativo em que posição?
QUT- Foi marcado o local do acidente?
QUW- Você está na área de busca designada como… (nome da zona ou latitude e longitude).
Por. JFMA
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| 1941 - Sub.Secretário de Estado do Exército passando revista ás Esquadrilhas 1 e 2 |
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| Junho de 1941 - Voo do primeiro Gladiator tripulado pelo Ten. Machado Barros |
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| 1942 - Avião Vickers estacionado em Santana |
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| Consolidated Liberator B Mk VI da Royal Air Force |
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| B-17G |
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| 1982 - Pilotos Fiat G91 das Esquadras 301 e 303 - (cima) Tavares, Afonso, Gomes da Silva, Abreu, Príncipe; (baixo) Birrento e Ramalho |